Oii gente, tudo bem ?? Pois é fiquei longe como pude explicar ontem, mas á estou de volta, com várias entrevistas ótimas dos famosos, e com mais tempo para vocês meus amorês do blog, bem vamos as novidades da minha vida, tudo bem que nem tem tanta coisa de importante nela, porém vocês sabem que não tem coisa que eu goste mais do que escrever, e melhor, escrever no meu blog amado! Primeiramente, quero dizer que estou muito triste de ter deixado vocês sozinhos por um bom tempo, bom... Dia 9 esse blog lindo fez 5 meses, nem acredito, meu bebe ta crescendo! rs. Aconteceram muitas coisas tambem, coisas boas e coisas ruins, quase todos os dias das férias eu ficava lá no portão, com meu primo e os colegas dele, sempre ótimo. Mas hoje uma amiga da minha avóo morreu e foi muito ruim e talz, mas fazer o que né! Tive várias idéias também, como sempre vocês me conhecem e sabem que eu sempre tenho muitas idéias. rs - Também reformei o blog, mudei alguns assuntos, eu tenho muita coisa pra contar, mas infelizmente não dá pra falar tudo de uma vez, mas aos poucos vocês vão saber de tudo eu prometo, e sempre que puder estarei falando de vários assuntos legais e vocês vão se divertir muito e muito, rs. Depois prometo contar tudo e falar dos assuntos que serão tratados aqui, amanha ou hoje mais tarde falo tudo pra vocês ok ?? Mas agora vou ter que sair, carnaval então tenho que ir pra rua, rs.
Beijos ;*
Maah Leoni ;*
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Entrevista com Paramore.
Nos dias de hoje comunicação é tudo, diria um daqueles livros de auto-ajuda. E o Paramore sabe que isso é a pura verdade. Banda que começou carreira quando seus integrantes ainda estavam na adolescência, o quarteto de pop punk do Tennessee tem consciência de que, para chegar até os fãs, é fundamental usar as ferramentas atuais - ter presença em sites de relacionamento, manter um contato on-line bastante freqüente e, principalmente, usar a linguagem de seus fãs.
Some-se a isso uma vocalista de cabelos ruivos, Hayley Williams, com bastante carisma entre seu público, uma sonoridade produzido em uma embalagem atraente, letras sobre as angústias de ser jovem, e tem-se um dos nomes de maior apelo entre os adolescentes, que compraram quase 1 milhão de cópias do disco "Riot!" (e justamente a parcela do público que pensa que comprar CD não é a coisa mais corriqueira do mundo).
O baixista Jeremy Davis, o integrante mais velho do Paramore, de 23 anos, conversou com o G1 sobre o sucesso do quarteto, a violência no México contra garotos emos (entre eles, muitos têm o Paramore entre suas bandas favoritas) e os rumores de separação do grupo, que Davis nega, mas diz que a convivência em uma banda representa um grande desgaste.
Vocês venderam quase 1 milhão de cópias de "Riot!" em uma época em que cada vez menos se vende CD, ainda mais entre jovens, sua base de fãs. Como isso foi possível?
Jeremy Davis - Eu não sei, é algo que eu também me pergunto. Nunca esperamos que isso fosse acontecer quando nosso disco saiu. O máximo que arriscávamos era que o álbum vendesse 100 mil cópias. Mas sabe o que eu acho? Talvez isso tenha a ver com o modo como a gente se comunica com os nossos fãs. Porque eles são muito importantes para nós. Eles são a nossa prioridade.
E essa comunicação é feita principalmente através da internet, não?
Davis - É verdade, sempre que nós temos um tempo livre, se estivermos em casa, por exemplo, isso pode ser feito. A internet é maravilhosa para mantermos a comunicação com nossos fãs.
Vocês estouraram quando eram muito jovens, principalmente no caso de Hayley, que tinha menos de 18 anos quando isso aconteceu. Você acha que a banda perdeu muita coisa que adolescentes comuns costumam fazer por causa dos compromissos?
Davis - Eu pelo menos consegui terminar o ensino médio, mas Zac, Josh e Hayley [que tem hoje 19 anos e tinha 14 quando a banda começou] estavam ainda na escola quando as coisas aconteceram. Mas sabe do que eu sinto falta? Do contato com meus amigos, de nossa amizade não ser a mesma coisa de antes. É meio difícil, sabe? Todo esse ritmo é meio louco.
Qual é a verdade em relação aos rumores de que a banda iria se separar?
Davis - ;Eles não têm um pingo de verdade. Muita coisa se passou entre a gente, foi muito tempo na estrada e quase três anos sem ter um descanso para valer. As turnês te desgastam muito, desgastam seu corpo. Nós sempre fizemos o que as pessoas pediam e nunca fazemos o que a gente quer fazer. Pela primeira vez a gente queria ser egoísta e ir embora, porque tinha muita coisa rolando entre a gente, todos crescendo, virando adultos e passando por mudanças. Coisa de pessoas normais. Todo mundo muda. Isso é difícil quando se está na está na estrada. O que a gente precisava era ir para casa.
Não é contraditório fazer tudo o que as pessoas pedem e ter um disco chamado "Riot!" ("Revolta!")?
Davis - Olha, nós escolhemos o nome "Riot!" porque é algo realmente a respeito de nossas vidas. A gente precisava transmitir isso nas letras. Nós procuramos o significado da palavra "riot" no dicionário e estava lá: "uma explosão sem controle de emoções". Isso o que nosso disco representa. Emoções saindo diretamente da gente.
E o próximo disco, como vai ser diferente em relação a "Riot!"?
Davis - Não sei... Vai ser parecido com "Riot!" no sentido de que a nossa sonoridade vai ser mantida. Mas, por exemplo, a diferença entre "Riot!" e o nosso primeiro disco é que as letras eram mais maduras. Essas mudanças nas composições acontecem principalmente quando a gente está na estrada. Eu estou empolgado.
Como vocês lidam com o público de alguns festivais que atiram garrafas no palco que vocês estão tocando?
Davis - A platéia é sempre a nossa prioridade. Se o público não está animado, nós não vamos ter um bom show e vice-versa. Quando começam a atirar garrafas na gente é meio ruim, sabe? Se eles não gostam da gente, porque não saem e vão assistir a outra banda? Por que precisam atirar objetos? Nunca fez sentido para mim que eles perdessem tempo fazendo isso.
Em uma entrevista Josh e Hayley disseram que não elegeriam Hillary Clinton para presidente dos Estados Unidos porque, nas palavras deles, "ela é louca". Isso é verdade para você também?
Davis - [Ri, surpreso] Nós não somos uma banda política. Nós não entramos muito nesses assuntos. Eu vou votar, mas eu nunca tive muito tempo para conhecer o que os candidatos vão fazer por você. A gente teria que pensar muito antes de fazer qualquer tipo de sugestão.
Você soube que nos últimos dias houve uma grande onda de violência no México contra garotos emos - muitos deles seus fãs?
Davis - Puxa, não sabia disso. Na verdade, eu não tinha idéia. Definitivamente não apoiamos esse tipo de coisa. Não é legal, não é uma coisa para te deixar empolgado, sabe? Definitivamente não é coisa boa. Nossa música é sobre esperança, é sobre trazer esperança para quem ouve.
Vocês tinham conhecimento de que há uma base considerável de fãs do Paramore no Brasil?
Davis - Sim, desde que nós começamos de verdade, quatro anos atrás, uma das primeiras pessoas a comentar sobre o nosso som era do Brasil. E eu acho isso bastante louco. Não lembro o nome da garota, mas ela disse que falaria para todos os amigos sobre a nossa música. E, um pouco mais tarde, estávamos em um chat na internet com mais de 300 fãs e mais da metade era do Brasil.
Vocês têm planos de tocar no país ainda neste ano?
Davis - Ainda não existem planos concretos para este ano, nós estamos trabalhando nisso agora mesmo, porque quer mesmo ir para aí.
Some-se a isso uma vocalista de cabelos ruivos, Hayley Williams, com bastante carisma entre seu público, uma sonoridade produzido em uma embalagem atraente, letras sobre as angústias de ser jovem, e tem-se um dos nomes de maior apelo entre os adolescentes, que compraram quase 1 milhão de cópias do disco "Riot!" (e justamente a parcela do público que pensa que comprar CD não é a coisa mais corriqueira do mundo).
O baixista Jeremy Davis, o integrante mais velho do Paramore, de 23 anos, conversou com o G1 sobre o sucesso do quarteto, a violência no México contra garotos emos (entre eles, muitos têm o Paramore entre suas bandas favoritas) e os rumores de separação do grupo, que Davis nega, mas diz que a convivência em uma banda representa um grande desgaste.
Vocês venderam quase 1 milhão de cópias de "Riot!" em uma época em que cada vez menos se vende CD, ainda mais entre jovens, sua base de fãs. Como isso foi possível?
Jeremy Davis - Eu não sei, é algo que eu também me pergunto. Nunca esperamos que isso fosse acontecer quando nosso disco saiu. O máximo que arriscávamos era que o álbum vendesse 100 mil cópias. Mas sabe o que eu acho? Talvez isso tenha a ver com o modo como a gente se comunica com os nossos fãs. Porque eles são muito importantes para nós. Eles são a nossa prioridade.
E essa comunicação é feita principalmente através da internet, não?
Davis - É verdade, sempre que nós temos um tempo livre, se estivermos em casa, por exemplo, isso pode ser feito. A internet é maravilhosa para mantermos a comunicação com nossos fãs.
Vocês estouraram quando eram muito jovens, principalmente no caso de Hayley, que tinha menos de 18 anos quando isso aconteceu. Você acha que a banda perdeu muita coisa que adolescentes comuns costumam fazer por causa dos compromissos?
Davis - Eu pelo menos consegui terminar o ensino médio, mas Zac, Josh e Hayley [que tem hoje 19 anos e tinha 14 quando a banda começou] estavam ainda na escola quando as coisas aconteceram. Mas sabe do que eu sinto falta? Do contato com meus amigos, de nossa amizade não ser a mesma coisa de antes. É meio difícil, sabe? Todo esse ritmo é meio louco.
Qual é a verdade em relação aos rumores de que a banda iria se separar?
Davis - ;Eles não têm um pingo de verdade. Muita coisa se passou entre a gente, foi muito tempo na estrada e quase três anos sem ter um descanso para valer. As turnês te desgastam muito, desgastam seu corpo. Nós sempre fizemos o que as pessoas pediam e nunca fazemos o que a gente quer fazer. Pela primeira vez a gente queria ser egoísta e ir embora, porque tinha muita coisa rolando entre a gente, todos crescendo, virando adultos e passando por mudanças. Coisa de pessoas normais. Todo mundo muda. Isso é difícil quando se está na está na estrada. O que a gente precisava era ir para casa.
Não é contraditório fazer tudo o que as pessoas pedem e ter um disco chamado "Riot!" ("Revolta!")?
Davis - Olha, nós escolhemos o nome "Riot!" porque é algo realmente a respeito de nossas vidas. A gente precisava transmitir isso nas letras. Nós procuramos o significado da palavra "riot" no dicionário e estava lá: "uma explosão sem controle de emoções". Isso o que nosso disco representa. Emoções saindo diretamente da gente.
E o próximo disco, como vai ser diferente em relação a "Riot!"?
Davis - Não sei... Vai ser parecido com "Riot!" no sentido de que a nossa sonoridade vai ser mantida. Mas, por exemplo, a diferença entre "Riot!" e o nosso primeiro disco é que as letras eram mais maduras. Essas mudanças nas composições acontecem principalmente quando a gente está na estrada. Eu estou empolgado.
Como vocês lidam com o público de alguns festivais que atiram garrafas no palco que vocês estão tocando?
Davis - A platéia é sempre a nossa prioridade. Se o público não está animado, nós não vamos ter um bom show e vice-versa. Quando começam a atirar garrafas na gente é meio ruim, sabe? Se eles não gostam da gente, porque não saem e vão assistir a outra banda? Por que precisam atirar objetos? Nunca fez sentido para mim que eles perdessem tempo fazendo isso.
Em uma entrevista Josh e Hayley disseram que não elegeriam Hillary Clinton para presidente dos Estados Unidos porque, nas palavras deles, "ela é louca". Isso é verdade para você também?
Davis - [Ri, surpreso] Nós não somos uma banda política. Nós não entramos muito nesses assuntos. Eu vou votar, mas eu nunca tive muito tempo para conhecer o que os candidatos vão fazer por você. A gente teria que pensar muito antes de fazer qualquer tipo de sugestão.
Você soube que nos últimos dias houve uma grande onda de violência no México contra garotos emos - muitos deles seus fãs?
Davis - Puxa, não sabia disso. Na verdade, eu não tinha idéia. Definitivamente não apoiamos esse tipo de coisa. Não é legal, não é uma coisa para te deixar empolgado, sabe? Definitivamente não é coisa boa. Nossa música é sobre esperança, é sobre trazer esperança para quem ouve.
Vocês tinham conhecimento de que há uma base considerável de fãs do Paramore no Brasil?
Davis - Sim, desde que nós começamos de verdade, quatro anos atrás, uma das primeiras pessoas a comentar sobre o nosso som era do Brasil. E eu acho isso bastante louco. Não lembro o nome da garota, mas ela disse que falaria para todos os amigos sobre a nossa música. E, um pouco mais tarde, estávamos em um chat na internet com mais de 300 fãs e mais da metade era do Brasil.
Vocês têm planos de tocar no país ainda neste ano?
Davis - Ainda não existem planos concretos para este ano, nós estamos trabalhando nisso agora mesmo, porque quer mesmo ir para aí.
Entrevista com Taylor Lautner
Fale-nos sobre as seqüências. Você está sendo reconhecido por interpretar um lobisomem? Qual é o status?
- Eles não tomaram nenhuma decisão sobre as seqüências. Eu tenho certeza que eles vão esperar que ‘Twilight’ estréie para ver como funciona para depois tomar qualquer decisão. É só uma questão de esperar e ver o que a Summit quer fazer. Mas seria divertido. Eu tento não incentivar muito as minhas esperanças ou mesmo pensar sobre isso.
Você teve alguma discussão com a diretora [Catherine Hardwicke] ou com alguma outra pessoa sobre isso?
- Não realmente. Eu tentei uma vez, porém ela não queria chegar nesse ponto da discussão. Ninguém queria chegar lá! É difícil!Mas há motivo para ter esperança, certo?
Porque você já tinha interpretado o Jacob mais velho antes...
- Sim, durante as audições. Eu originalmente encontrei com Catherine e ela queria que eu fizesse uma ‘leitura dramatizada’ com Kristen Stewart. Nós fizemos algumas cenas do primeiro livro, como a cena da praia, e depois nós lemos algumas linhas por fora dos livros ‘Lua Nova’ e ‘Eclipse’.
Quais partes você leu?
- Eu não me lembro de cenas específicas, mas eu lembro que as cenas mostraram uma enorme diferença no personagem de Jacob. Ele passou de despreocupado e amigável em ‘Twilight’ para quando ele é mais um lobisomem e mais adulto, todo intenso e irritado. Ela queria me ver muito interpretando as diferentes possibilidades de Jacob.
Excelente. Então claramente, você está preparado para lidar com os fãs raivosos de ‘Twilight’ por mais tempo. Você sabe, na Comic-Com você parecia mais à vontade com os gritos. Você estava nervoso todo o tempo?
- Nós estávamos todos de pé atrás do palco esperando para sair e eles disseram-me ‘Isso vai ser uma loucura. Assim que chegarmos lá embaixo vão ter uns 6500 fãs.’ Eu fiquei meio passado com aquilo e disse ‘tá, ok, claro.’ Mas então ‘Twilight’ apareceu na tela, e todo mundo começou a gritar. Eu nunca tinha visto nada como aquilo antes. Nós todos estávamos muito nervosos, mas quando chegamos lá fora foi muito divertido – pelo menos pra mim. Os fãs estavam simplesmente apaixonados e realmente excitados para o filme estrear mesmo. Então eu estou! Eu pensei em Robert, em particular, olhando como ele estava prestes a desmaiar de medo.
Você deu-lhe algum conselho de como lidar com os fãs?
- [risadas] Atualmente, ambos, ele e Kristen, vêm até mim e perguntam ‘como você não enlouquece? O que você faz?’ E eles estão todos suando [risadas de novo]. Eu lhes falei, ‘eu não sei. Quero dizer, isso é divertido!’ Mas eles estavam desapontados, como ‘ah, tá.’ Eles são divertidos.
Você realmente tem um bom relacionamento com eles. Eu li que você até mesmo caiu por um na festa de lançamento de ‘Breaking Dawn’. Você realmente estava querendo cair por?
- Sim. Fãs estavam se dirigindo com vigor atrás disso, então é muito importante para mim respeitar isso. Eu estava em minha cidade natal, Michigan, e pareceu que seria divertido ir a festa de lançamento de ‘Breaking Dawn’. Eu estava há 2 horas pendurado pra fora, assinando livros. Foram boas horas! Haviam mais de 1000 fãs lá e isso foi uma boa surpresa pra eles.
Eles chegaram a ficar fora de controle?
- Bem, uma das coisas mais estranhas e assustadoras que eu descobri é que há roupas íntimas feminina sendo vendidas na Internet com os dizeres ‘Team Taylor’. Uma de minhas amigas ou familiares mandaram-me um e-mail com o link perguntando ‘O que é isso?’ Eu não tenho certeza.
Os garotos de ‘Twilight’ parecem estar recebendo até agora a maior parte da atenção da mídia. Você pode nos dizer mais como é Kristen?
- As únicas pessoas que estavam no set enquanto eu quando eu estava lá foram Kristen e Rob, e ele não estava muito lá. Então era basicamente só eu e Kristen. Ela é bem calma. Demora um pouco para ela se abrir com as pessoas. Ela é um pouco tímida e reservada. Ela e Rob são. Mas ela era muito divertida com quem estava ao seu redor.
Vocês caras saíam enquanto filmavam?
- Sim. Portland tem a melhor comida que já provei. Foi incrível. Nós acabávamos às 5:30 da madrugada e nós saíamos para comer o melhor bife, ou lagosta em algum restaurante. Foi tão delicioso. Comida nos levantava nas horas que estávamos pra baixo.
Ok, mais um par, diretamente dos seus fãs: eles querem saber se você continua praticando artes marciais, e se você usa alguma de suas habilidades no filme.
- Eu desisti de artes marciais quando eu tinha 13 anos. Eu realizei que atuar é aquilo que eu realmente quero fazer. Eu ainda tento e elas me acompanham um pouco aqui e ali. Quando eu puder, eu verei se tento dar um pontapé e ver o que ainda resta em mim. Não em Twilight. Jacob não tem muita ação em toda a série de Twilight.
Nós temos visto imagens – e vídeos! – de matilhas de lobisomens online. Será que este primeiro filme incluirá algum elemento de ‘New Moon’? O personagem de Sam não é realmente introduzido antes...
- Eles não estão muito pouco no filme. Estão na cena da praia. Quando eu venho dizer ‘oi’ para Bella eles estão lá. Mas de novo, não muito. Eles quase não são introduzidos.
Você tem uma Bella na vida real?
- Eu não tenho uma em particular, mas tenho algumas garotas importantes, ao longo dos anos.
- Eles não tomaram nenhuma decisão sobre as seqüências. Eu tenho certeza que eles vão esperar que ‘Twilight’ estréie para ver como funciona para depois tomar qualquer decisão. É só uma questão de esperar e ver o que a Summit quer fazer. Mas seria divertido. Eu tento não incentivar muito as minhas esperanças ou mesmo pensar sobre isso.
Você teve alguma discussão com a diretora [Catherine Hardwicke] ou com alguma outra pessoa sobre isso?
- Não realmente. Eu tentei uma vez, porém ela não queria chegar nesse ponto da discussão. Ninguém queria chegar lá! É difícil!Mas há motivo para ter esperança, certo?
Porque você já tinha interpretado o Jacob mais velho antes...
- Sim, durante as audições. Eu originalmente encontrei com Catherine e ela queria que eu fizesse uma ‘leitura dramatizada’ com Kristen Stewart. Nós fizemos algumas cenas do primeiro livro, como a cena da praia, e depois nós lemos algumas linhas por fora dos livros ‘Lua Nova’ e ‘Eclipse’.
Quais partes você leu?
- Eu não me lembro de cenas específicas, mas eu lembro que as cenas mostraram uma enorme diferença no personagem de Jacob. Ele passou de despreocupado e amigável em ‘Twilight’ para quando ele é mais um lobisomem e mais adulto, todo intenso e irritado. Ela queria me ver muito interpretando as diferentes possibilidades de Jacob.
Excelente. Então claramente, você está preparado para lidar com os fãs raivosos de ‘Twilight’ por mais tempo. Você sabe, na Comic-Com você parecia mais à vontade com os gritos. Você estava nervoso todo o tempo?
- Nós estávamos todos de pé atrás do palco esperando para sair e eles disseram-me ‘Isso vai ser uma loucura. Assim que chegarmos lá embaixo vão ter uns 6500 fãs.’ Eu fiquei meio passado com aquilo e disse ‘tá, ok, claro.’ Mas então ‘Twilight’ apareceu na tela, e todo mundo começou a gritar. Eu nunca tinha visto nada como aquilo antes. Nós todos estávamos muito nervosos, mas quando chegamos lá fora foi muito divertido – pelo menos pra mim. Os fãs estavam simplesmente apaixonados e realmente excitados para o filme estrear mesmo. Então eu estou! Eu pensei em Robert, em particular, olhando como ele estava prestes a desmaiar de medo.
Você deu-lhe algum conselho de como lidar com os fãs?
- [risadas] Atualmente, ambos, ele e Kristen, vêm até mim e perguntam ‘como você não enlouquece? O que você faz?’ E eles estão todos suando [risadas de novo]. Eu lhes falei, ‘eu não sei. Quero dizer, isso é divertido!’ Mas eles estavam desapontados, como ‘ah, tá.’ Eles são divertidos.
Você realmente tem um bom relacionamento com eles. Eu li que você até mesmo caiu por um na festa de lançamento de ‘Breaking Dawn’. Você realmente estava querendo cair por?
- Sim. Fãs estavam se dirigindo com vigor atrás disso, então é muito importante para mim respeitar isso. Eu estava em minha cidade natal, Michigan, e pareceu que seria divertido ir a festa de lançamento de ‘Breaking Dawn’. Eu estava há 2 horas pendurado pra fora, assinando livros. Foram boas horas! Haviam mais de 1000 fãs lá e isso foi uma boa surpresa pra eles.
Eles chegaram a ficar fora de controle?
- Bem, uma das coisas mais estranhas e assustadoras que eu descobri é que há roupas íntimas feminina sendo vendidas na Internet com os dizeres ‘Team Taylor’. Uma de minhas amigas ou familiares mandaram-me um e-mail com o link perguntando ‘O que é isso?’ Eu não tenho certeza.
Os garotos de ‘Twilight’ parecem estar recebendo até agora a maior parte da atenção da mídia. Você pode nos dizer mais como é Kristen?
- As únicas pessoas que estavam no set enquanto eu quando eu estava lá foram Kristen e Rob, e ele não estava muito lá. Então era basicamente só eu e Kristen. Ela é bem calma. Demora um pouco para ela se abrir com as pessoas. Ela é um pouco tímida e reservada. Ela e Rob são. Mas ela era muito divertida com quem estava ao seu redor.
Vocês caras saíam enquanto filmavam?
- Sim. Portland tem a melhor comida que já provei. Foi incrível. Nós acabávamos às 5:30 da madrugada e nós saíamos para comer o melhor bife, ou lagosta em algum restaurante. Foi tão delicioso. Comida nos levantava nas horas que estávamos pra baixo.
Ok, mais um par, diretamente dos seus fãs: eles querem saber se você continua praticando artes marciais, e se você usa alguma de suas habilidades no filme.
- Eu desisti de artes marciais quando eu tinha 13 anos. Eu realizei que atuar é aquilo que eu realmente quero fazer. Eu ainda tento e elas me acompanham um pouco aqui e ali. Quando eu puder, eu verei se tento dar um pontapé e ver o que ainda resta em mim. Não em Twilight. Jacob não tem muita ação em toda a série de Twilight.
Nós temos visto imagens – e vídeos! – de matilhas de lobisomens online. Será que este primeiro filme incluirá algum elemento de ‘New Moon’? O personagem de Sam não é realmente introduzido antes...
- Eles não estão muito pouco no filme. Estão na cena da praia. Quando eu venho dizer ‘oi’ para Bella eles estão lá. Mas de novo, não muito. Eles quase não são introduzidos.
Você tem uma Bella na vida real?
- Eu não tenho uma em particular, mas tenho algumas garotas importantes, ao longo dos anos.
Entrevista antiga com Robert Pattinson.
Você está preparado para a legião de fãs que está chegando em conseqüência deste filme?
Robert Pattinson: É... Meu cérebro não entende isso. Mas tudo bem. Eu posso ser deixado em qualquer lugar e logo me acostumo com a situação. Eu só não quero ser esfaqueado ou nada do tipo. Sério, meu agente me perguntou "Você tem algum problema com isso? Vai dar tudo certo?" e eu disse "Eu só não quero levar um tiro ou ser esfaquead. Não quero que alguém chege em mim com uma agulha infectada e eu pegue AIDS". Estes são meus únicos medos.
E o pior é que tem gente lá fora capaz de fazer isso, né?
Eu sei. Sempre que eu vejo uma aglomeração eu penso nisso. E quando estou num avião fico pensando que a parte de baixo vai ficar arrastando no asfalto na hora de decolar.
Você acha que alguma coisa da sua experiência em Harry Potter te preparou para o fenômeno pop de Crepúsculo?
Tudo acaba. Vivi o que era ser a manchete por alguns meses e daí, logo depois, ninguém estava nem aí. Isso ajuda. Ajuda quando você se acostuma com isso e sabe que ninguém liga. Uma vez que você se imuniza ao fracasso é como se nada mais importasse.
O retrato que fizeram de você na matéria da [revista] Entertainment Weekly é que você ficou obcecado em interpretar esse papel, que ficou angustiado por isso. É verdade?
É. Eu não queria fazer um filme adolescente estúpido. Eu não fiz nada que as pessoas tenham visto desde Harry Potter porque eu queria aprender a atuar. Não queria ser um idiota. E isso aconteceu meio aleatoriamente. Eu não sabia onde estava me metendo no começo. Eu estava querendo esperar mais um ano fazendo mais uns dois ou três trabalhos menores e só então tentar algo maior e daí isso tudo aconteceu e eu pensei "Bom, vamos lá".
Eu tinha feito um outro filme que foi muito intenso e saí mais satisfeito do que qualquer outro trabalho anterior. Não sei como ficou ou qual o resultado que isso trouxe, mas eu saí muito melhor e queria repetir isso em Crepúsculo e também tentar quebrar o tabu de que uma adaptação de um livro que está vendendo um monte não é boa. Até uma criança de seis anos sabe esses filmes são feitos para ganhar dinheiro - e eu não queria me envolver em algo assim. Pensei que Catherine [Hardwicke] e Kristen [Stewart] concordariam comigo. E elas têm reputações a zelar, muito mais do que eu.
Então, tudo o que eu fiz foi me certificar que assim que as pessoas chegassem a Portland eu teria de saber tudo sobre tudo. Eu não falava outro assunto que não acrescentasse nada ao personagem no último mês e meio antes da filmagem. E isso empolgou as outras pessoas. Quando as pessoas lêem o livro, vêem que é algo fácil de ler e daí fica com aquela sensação de "lá vem outro filme feliz". E eu segurando o livro e pensando "Não! Isso vai ganhar uns Oscars!' [risos]
Isso tornou o fim das filmagens mais dolorido?
Na verdade, não. Foi mais difícil quandoas pessoas me pediam para fazê-lo mais leve. Ao mesmo tempo que penso que o meu jeito funcionaria e tudo o que estava diferente do livro, quando ele tem suas tiradas, ele é um cara confiante e que não liga para garotas. Se você está escrevendo sobre o cara perfeito, você não diria que ele é um esquisitão maníaco depressivo que quer se matar o tempo todo. Por isso passei um tempo brigando com os produtores. Catherine me trouxe uma cópia do livro e mostrou todas as partes em que ele sorria e eu tive de concordar.
Mas no próximo livro o seu personagem tenta mesmo se matar, né?
Eu sei! Eu ficava falando "Então esperem até a seqüência."
Stephenie Meyer escreveu - ou ao menos começou - Midnight Sun do ponto de vista do Edward. Ela já te mostrou aguma coisa sbre o personagem?
Sim. Ela me deu quando já tínhamos filmado cerca de dois terços do total. Eu nem sabia que aquilo existia. Digo, eu já sabia do primeiro capítulo, que estava na Internet. Muito da angústia do personagem vem dali. Fala do pouco controle que ele tem. No livro, se vê isso quando ele diz "Eu sou um monstro e vou te matar" e ela responde "Eu não estou com medo". Você meio que sabe o tempo todo que ele nunca vai fazer algo mau. Mas daí você lê o primeiro capítulo do Midnight Sun, e vê o quanto ele quer matá-la e como ele considera matar o colégio todo apenas para satisfazer esse seu desejo. Eu queria que esse elemento fosse bastante proeminente nele. Eu queria a Bella dizendo "Eu não estou com medo. Você não vai fazer nada comigo", mas sem tanta certeza. Um diálogo desses acabaria ficando diferente. Algo como "Você não vai fazer nada comigo, vai?". Eu queria algo nesse tom. Acho que deixa tudo mais sexy se houver uma chance real dele simplesmente pirar e acabar matando-a.
Você e Kristen têm uma boa química, mas há também um forte elo com a sua família no filme. Você pode falar um pouco sobre essas relações que se criaram dentro e fora das telas?
Era muito estranho. Eu realmente tinha algo com a Kristen. Digo, todas as cenas são bem intensas e quando você está trabalhando com uma pessoa por quase todo o tempo, especialmente interpretando um relacionamento, é como uma pequena bolha. Mas com a família, eles são pessoas muito divertidas e nós nos demos bem. Não era atuação. Só a parte do sotaque americano. Peter [Facinelli] é um dos caras mais divertidos que eu já conheci.
Peter disse que você é péssimo no beisebol e que ele teve que te dar uma mãozona.
Ele não pára de falar isso. Ele deve estar entrando em todas as salas só pra falar isso, né? Sim, eu sou péssimo em beisebol. Catherine queria muito que eu me parecesse com um jogador profissional de beisebol e eu não dava a mínima pra isso. Boa parte do período de ensaios em que poderíamos estar nos dedicando aos ensaios propriamente ditos, ela ficava falando "Não. Você tem que parecer um astro do beisebol." Tinha até uma porra de um professor para me ensinar as posições certas e a Catherine ficava me testando "Deixe-me ver" e eu só respondia "Escuta, no dia eu vou fazer direitinho, ok? Eu consigo agachar, porra." E daí, até o resto das filmagens, sempre que ela tinha uma questão importante sobre o personagem eu ficava na posição de receber a bola.
Qual você acha que é o segredo da química que você e Kristen desenvolveram e compartilham durante o filme?
Acho que foi fazer o oposto do que a história é. Desde os testes de elenco, quando interpretamos uma das cenas do meio do filme, nós tínhamos o meu personagem tentando intimidá-la e ela com aquele olhar que só tinha amor e adoração, toda maravilhada, como se um deus tivesse descido para encontrá-la. Mas eu achava, e o interpretei, como um deus com problemas, aos pés dessa garota mortal. Até mesmo a posição em que nos estamos no fim d filme, eu estou literalmente me ajoelhando para ela. Não me lembro o que acontece no filme,mas no teste foi assim. Ela tinha esse jeito maternal e ele procurando por um auxílio. Acho que funcionou. Ela é muito forte. Ela não faz o tipo donzela. É estranho, eles escolheram as pessoas erradas. Eu sou um desastre e ela é muito forte e deveria ser o contrário. Mas acho que deu certo.
Que papo é esse de você pedir a Kristen em casamento?
Eu não me lembro disso ter acontecido. A Kristen falou que eu eu pedi e eu não lembro. Acho que uma outra pessoa me mandou uma mensagem de texto no celular há umas semanas dizendo "Você ainda está disposto a se casar comigo?" Acho que era ontem que eu deveria ter me casado com alguém.
Ah, então é normal para você.
Acho que sim.
Você vai fazer Salvador Dali em Little Ashes. Como é interpretar esse pintor tão icônico?
Não tem nada de igual, mas ao mesmo tempo acho que Edward também é um personagem icônico. Mas eu fiz a mesma coisa, detrinchei tudo o que se sabe sobre ele. E tem ainda uma tonelada de coisas escritas sobre ele e por ele, daí você vai juntando as peças do seu jeito. Eu o interpreto em uma fase em que ele é bastante jovem, entre 18 e 26 anos, e a história é sobre sua assenção e queda a essa caricatura que todos conhecem. Ele foi uma criança cronicamente tímida no início, então não era bem interpretar o Dali como imaginamos, com exceção da parte final e mesmo nessa hora ainda não estou interpretando ele. É mais um dos seus humores, acho. Eu pesquisei muita, muita coisa porque todo mundo falava em espanhol no set então eu passava o dia lendo. Foi a primeira vez que eu realmente entrei no personagem, tentando imitar seus movimentos. Tinha uma foto dele apontando e eu ficava tentando descobrir o que é que ele estava apontando. Foram três dias só nisso. Nunca tinha feito isso antes. Fiquei imaginando como era que ele andava e coisas do tipo. No final, eu não tenho idéia como ficou. Alguém me disse outro dia 'Eu nao sabia que era sobre Dali até o último dia, quando você estava com aquele bigode.' E eu pensei 'Oh, ótimo!' Acho que é meio que uma homenagem a ele. Todo mundo acha que ele era um maluco. Na autobiografia que ele fez quando era mais jovem - ele escreveu três autobiografias que contradizem uma às outras - ele diz que sua mãe o chupou e outras coisas e em outra ele diz que sua mãe foi a melhor de todos os tempos e lhe deu a melhor infância possível. Há capítulos chamados "Verdade" e outros chamados "Mentiras" e neles muitos fatos que são difíceis saber se são verdadeirou ou não, o que é engraçado. Tem tanta coisa sobre ele. É impressionant como ele se criou e tanta gente só consegue ver a máscara. Ele queria iss, mas é engraçado quando você sabe quanto mais existia por trás desse palhaço bizarro que ele foi no fim da sua vida, que só ligava para dinheiro. Ele foi uma pessoa incrivelmente complexa. E não sou eu quem está dizendo isso.
E o que você vai fazer a seguir?
Estou fazendo uma pequena produção chamada Parts Per Billion, com o Dennis Hopper e Rosario Dawson em janeiro e espero que algo mais logo em seguida.
E estranho ver as matérias que fazem sobre o seu cabelo na Internet?
Eu estava em Nova York dando entrevista a um programa de rádio e as pessoas começaram a mandar mensagens para lá pedindo para que eu tirasse o chapéu. Quando alguém diz que algo virou sua marca pessoal, a melhor coisa que você tem a fazer é se livrar dela. Senão só piora.
CRÉDITOS: http://www.omelete.com.br/cine/100017111/Omelete_Entrevista___Robert_Pattinson__o_Edward_Cullen_de_Crepusculo.aspx
Robert Pattinson: É... Meu cérebro não entende isso. Mas tudo bem. Eu posso ser deixado em qualquer lugar e logo me acostumo com a situação. Eu só não quero ser esfaqueado ou nada do tipo. Sério, meu agente me perguntou "Você tem algum problema com isso? Vai dar tudo certo?" e eu disse "Eu só não quero levar um tiro ou ser esfaquead. Não quero que alguém chege em mim com uma agulha infectada e eu pegue AIDS". Estes são meus únicos medos.
E o pior é que tem gente lá fora capaz de fazer isso, né?
Eu sei. Sempre que eu vejo uma aglomeração eu penso nisso. E quando estou num avião fico pensando que a parte de baixo vai ficar arrastando no asfalto na hora de decolar.
Você acha que alguma coisa da sua experiência em Harry Potter te preparou para o fenômeno pop de Crepúsculo?
Tudo acaba. Vivi o que era ser a manchete por alguns meses e daí, logo depois, ninguém estava nem aí. Isso ajuda. Ajuda quando você se acostuma com isso e sabe que ninguém liga. Uma vez que você se imuniza ao fracasso é como se nada mais importasse.
O retrato que fizeram de você na matéria da [revista] Entertainment Weekly é que você ficou obcecado em interpretar esse papel, que ficou angustiado por isso. É verdade?
É. Eu não queria fazer um filme adolescente estúpido. Eu não fiz nada que as pessoas tenham visto desde Harry Potter porque eu queria aprender a atuar. Não queria ser um idiota. E isso aconteceu meio aleatoriamente. Eu não sabia onde estava me metendo no começo. Eu estava querendo esperar mais um ano fazendo mais uns dois ou três trabalhos menores e só então tentar algo maior e daí isso tudo aconteceu e eu pensei "Bom, vamos lá".
Eu tinha feito um outro filme que foi muito intenso e saí mais satisfeito do que qualquer outro trabalho anterior. Não sei como ficou ou qual o resultado que isso trouxe, mas eu saí muito melhor e queria repetir isso em Crepúsculo e também tentar quebrar o tabu de que uma adaptação de um livro que está vendendo um monte não é boa. Até uma criança de seis anos sabe esses filmes são feitos para ganhar dinheiro - e eu não queria me envolver em algo assim. Pensei que Catherine [Hardwicke] e Kristen [Stewart] concordariam comigo. E elas têm reputações a zelar, muito mais do que eu.
Então, tudo o que eu fiz foi me certificar que assim que as pessoas chegassem a Portland eu teria de saber tudo sobre tudo. Eu não falava outro assunto que não acrescentasse nada ao personagem no último mês e meio antes da filmagem. E isso empolgou as outras pessoas. Quando as pessoas lêem o livro, vêem que é algo fácil de ler e daí fica com aquela sensação de "lá vem outro filme feliz". E eu segurando o livro e pensando "Não! Isso vai ganhar uns Oscars!' [risos]
Isso tornou o fim das filmagens mais dolorido?
Na verdade, não. Foi mais difícil quandoas pessoas me pediam para fazê-lo mais leve. Ao mesmo tempo que penso que o meu jeito funcionaria e tudo o que estava diferente do livro, quando ele tem suas tiradas, ele é um cara confiante e que não liga para garotas. Se você está escrevendo sobre o cara perfeito, você não diria que ele é um esquisitão maníaco depressivo que quer se matar o tempo todo. Por isso passei um tempo brigando com os produtores. Catherine me trouxe uma cópia do livro e mostrou todas as partes em que ele sorria e eu tive de concordar.
Mas no próximo livro o seu personagem tenta mesmo se matar, né?
Eu sei! Eu ficava falando "Então esperem até a seqüência."
Stephenie Meyer escreveu - ou ao menos começou - Midnight Sun do ponto de vista do Edward. Ela já te mostrou aguma coisa sbre o personagem?
Sim. Ela me deu quando já tínhamos filmado cerca de dois terços do total. Eu nem sabia que aquilo existia. Digo, eu já sabia do primeiro capítulo, que estava na Internet. Muito da angústia do personagem vem dali. Fala do pouco controle que ele tem. No livro, se vê isso quando ele diz "Eu sou um monstro e vou te matar" e ela responde "Eu não estou com medo". Você meio que sabe o tempo todo que ele nunca vai fazer algo mau. Mas daí você lê o primeiro capítulo do Midnight Sun, e vê o quanto ele quer matá-la e como ele considera matar o colégio todo apenas para satisfazer esse seu desejo. Eu queria que esse elemento fosse bastante proeminente nele. Eu queria a Bella dizendo "Eu não estou com medo. Você não vai fazer nada comigo", mas sem tanta certeza. Um diálogo desses acabaria ficando diferente. Algo como "Você não vai fazer nada comigo, vai?". Eu queria algo nesse tom. Acho que deixa tudo mais sexy se houver uma chance real dele simplesmente pirar e acabar matando-a.
Você e Kristen têm uma boa química, mas há também um forte elo com a sua família no filme. Você pode falar um pouco sobre essas relações que se criaram dentro e fora das telas?
Era muito estranho. Eu realmente tinha algo com a Kristen. Digo, todas as cenas são bem intensas e quando você está trabalhando com uma pessoa por quase todo o tempo, especialmente interpretando um relacionamento, é como uma pequena bolha. Mas com a família, eles são pessoas muito divertidas e nós nos demos bem. Não era atuação. Só a parte do sotaque americano. Peter [Facinelli] é um dos caras mais divertidos que eu já conheci.
Peter disse que você é péssimo no beisebol e que ele teve que te dar uma mãozona.
Ele não pára de falar isso. Ele deve estar entrando em todas as salas só pra falar isso, né? Sim, eu sou péssimo em beisebol. Catherine queria muito que eu me parecesse com um jogador profissional de beisebol e eu não dava a mínima pra isso. Boa parte do período de ensaios em que poderíamos estar nos dedicando aos ensaios propriamente ditos, ela ficava falando "Não. Você tem que parecer um astro do beisebol." Tinha até uma porra de um professor para me ensinar as posições certas e a Catherine ficava me testando "Deixe-me ver" e eu só respondia "Escuta, no dia eu vou fazer direitinho, ok? Eu consigo agachar, porra." E daí, até o resto das filmagens, sempre que ela tinha uma questão importante sobre o personagem eu ficava na posição de receber a bola.
Qual você acha que é o segredo da química que você e Kristen desenvolveram e compartilham durante o filme?
Acho que foi fazer o oposto do que a história é. Desde os testes de elenco, quando interpretamos uma das cenas do meio do filme, nós tínhamos o meu personagem tentando intimidá-la e ela com aquele olhar que só tinha amor e adoração, toda maravilhada, como se um deus tivesse descido para encontrá-la. Mas eu achava, e o interpretei, como um deus com problemas, aos pés dessa garota mortal. Até mesmo a posição em que nos estamos no fim d filme, eu estou literalmente me ajoelhando para ela. Não me lembro o que acontece no filme,mas no teste foi assim. Ela tinha esse jeito maternal e ele procurando por um auxílio. Acho que funcionou. Ela é muito forte. Ela não faz o tipo donzela. É estranho, eles escolheram as pessoas erradas. Eu sou um desastre e ela é muito forte e deveria ser o contrário. Mas acho que deu certo.
Que papo é esse de você pedir a Kristen em casamento?
Eu não me lembro disso ter acontecido. A Kristen falou que eu eu pedi e eu não lembro. Acho que uma outra pessoa me mandou uma mensagem de texto no celular há umas semanas dizendo "Você ainda está disposto a se casar comigo?" Acho que era ontem que eu deveria ter me casado com alguém.
Ah, então é normal para você.
Acho que sim.
Você vai fazer Salvador Dali em Little Ashes. Como é interpretar esse pintor tão icônico?
Não tem nada de igual, mas ao mesmo tempo acho que Edward também é um personagem icônico. Mas eu fiz a mesma coisa, detrinchei tudo o que se sabe sobre ele. E tem ainda uma tonelada de coisas escritas sobre ele e por ele, daí você vai juntando as peças do seu jeito. Eu o interpreto em uma fase em que ele é bastante jovem, entre 18 e 26 anos, e a história é sobre sua assenção e queda a essa caricatura que todos conhecem. Ele foi uma criança cronicamente tímida no início, então não era bem interpretar o Dali como imaginamos, com exceção da parte final e mesmo nessa hora ainda não estou interpretando ele. É mais um dos seus humores, acho. Eu pesquisei muita, muita coisa porque todo mundo falava em espanhol no set então eu passava o dia lendo. Foi a primeira vez que eu realmente entrei no personagem, tentando imitar seus movimentos. Tinha uma foto dele apontando e eu ficava tentando descobrir o que é que ele estava apontando. Foram três dias só nisso. Nunca tinha feito isso antes. Fiquei imaginando como era que ele andava e coisas do tipo. No final, eu não tenho idéia como ficou. Alguém me disse outro dia 'Eu nao sabia que era sobre Dali até o último dia, quando você estava com aquele bigode.' E eu pensei 'Oh, ótimo!' Acho que é meio que uma homenagem a ele. Todo mundo acha que ele era um maluco. Na autobiografia que ele fez quando era mais jovem - ele escreveu três autobiografias que contradizem uma às outras - ele diz que sua mãe o chupou e outras coisas e em outra ele diz que sua mãe foi a melhor de todos os tempos e lhe deu a melhor infância possível. Há capítulos chamados "Verdade" e outros chamados "Mentiras" e neles muitos fatos que são difíceis saber se são verdadeirou ou não, o que é engraçado. Tem tanta coisa sobre ele. É impressionant como ele se criou e tanta gente só consegue ver a máscara. Ele queria iss, mas é engraçado quando você sabe quanto mais existia por trás desse palhaço bizarro que ele foi no fim da sua vida, que só ligava para dinheiro. Ele foi uma pessoa incrivelmente complexa. E não sou eu quem está dizendo isso.
E o que você vai fazer a seguir?
Estou fazendo uma pequena produção chamada Parts Per Billion, com o Dennis Hopper e Rosario Dawson em janeiro e espero que algo mais logo em seguida.
E estranho ver as matérias que fazem sobre o seu cabelo na Internet?
Eu estava em Nova York dando entrevista a um programa de rádio e as pessoas começaram a mandar mensagens para lá pedindo para que eu tirasse o chapéu. Quando alguém diz que algo virou sua marca pessoal, a melhor coisa que você tem a fazer é se livrar dela. Senão só piora.
CRÉDITOS: http://www.omelete.com.br/cine/100017111/Omelete_Entrevista___Robert_Pattinson__o_Edward_Cullen_de_Crepusculo.aspx
Pessoal, estou pesquisando algumas entrevistas legais, pra vocês, sempre deishando os merecidos créditos, e se houver algum problema, basta se comunicar comigo, e eu tiro as entrevistas, prometo-lhes, trazer entrevistas com as melhores bandas do mundo! Quem quiser dar dicas de bandas, também podem, espero que gostem, e por favor comentem..
Beijos ;*
Maah Leoni ;*
Beijos ;*
Maah Leoni ;*
Entrevista com Tokio Hotel.
BRAVO Nrº37: Quanto diferentes são os gémeos?
Os gémeos mais famosos da Alemanha já têm 17 anos! Os famosos irmãos, Bill e Tom Kaulitz contaram-nos as diferenças entre eles, o que fazem quando estão apaixonados e o porque é que discutem.
BRAVO: Nasceram ao mesmo tempo, o Tom é apenas mais velho 10 minutos. Quais são as diferenças entre vocês?
Tom: Somos completamente diferentes!
Bill: Mas gostamos das mesmas raparigas.
Tom: Sim! E também sabemos o que um e o outro estão a pensar.
Bill: Nós estamos como “ligados”. Uma vez tivémos o mesmo sonho! E mesmo quando não estamos juntos, consigo sentir se aconteceu algo especial ao Tom e ele a mim!
BRAVO: Ao vermos fotos vossas antigas, reparámos que em algumas usavam roupa igual quando eram crianças. Quando é que os vossos estilos se tornaram diferentes?
Bill: Acho que foi quando tinhamos mais ou menos 7 anos. Antes disso vestiamos roupas iguais.
Tom: Depois dos 7 começámos a defenir os nossos próprios estilos e a gostar de roupas diferentes.
BRAVO: Vocês gostam do estilo um do outro?
Tom: Nós respeitamos os gostos um do outro. Mas eu nunca usaria boxers justos como o Bill! Se os meus boxers fossem agarrados ao meu cu, eu sentiria-me muito esquisito!
Bill: E eu acho muito esquisto quando os boxers são largos!
BRAVO: Vocês dizem um ao outro quando não gostam do que o outro está a usar?
Tom: Claro! Eu digo-lhe: “Bill, isso é horrivel!”
Bill: E depois eu respondo-lhe: “É muito melhor que o teu” (risos)
BRAVO: Vocês também ouvem música diferente. Vocês discutem sobre isso?
Tom: Não! Nunca discutimos sobre isso. Quando tinha 7 anos, ouvia música rock como AC/DC & Aerosmith e o Bill gostava de Nena.
Bill: Já tinhamos os nossos próprios quartos e competiamos sempre para ver quem conseguir pôr a música mais alta! Ás vezes, discutiamos sobre televisão! Quando estava a dar um videoclip de hip-hop no VivaI eu mudava de canal, quando o Tom estava distraído! (risos)
BRAVO: Também têm opiniões diferentes sobre romantismo...
Tom: Sim, isso mesmo. Algumas coisas são românticas para mim e não para o Bill. Como por exemplo, eu acho que “Aventuras de 1 noite” são românticas! (risos)
Bill: Como podem ver, o Tom não faz a mínima ideia do que é romântico!
BRAVO: Bill qual foi a coisa mais romântica que fizeste? E Tom qual foi a coisa menos romântica que já fizeste?
Tom: Se vocês pensam que “Aventuras de 1 noite” não são românticas, então eu já fiz um monte de coisas não-românticas!
Bill: Quando eu tinha namorada, eu foi a uma loja e comprei velas e preparei um jantar bem bom em casa. Ligámos as velas e enquanto viamos uns DVD’s, comemos o que eu preparei.
Tom: Velas e jantar - isso não é para mim! Eu preferia que estivéssemos numa cama, é mais confortável lá! (risos)
BRAVO: É óbvio que vocês acreditam no amor verdadeiro...certo?
Bill: Eu realmente acredito nisso. Esse deve ser um sentimento fantástico. Difícil de suportar. Se tu conheceres uma rapariga assim, vais conseguir facilmente envelhecer com ela. Mas, infelizmente, isso não acontece a toda a gente. Existe tantas pessoas no mundo e é tão difícil encontrar a “pessoa certa”.
Tom: Eu não acredito nisso! Mas, se calhar, qualquer coisa vai fazer-me mudar de ideias. Talvez isso aconteça realmente um dia.
BRAVO: Bill porque é que tu não tens “Aventuras de 1 noite”?
Bill: Simplesmente não é para mim. O tempo é algo muito importante para mim. Eu quero passar essa noite com uma rapariga de quem eu goste. Se eu tivesse namorada, por muito tempo. Eu não consigo ser uma pessoa de “Aventuras de 1 noite” ou alguma coisa do género.
Tom: Eu não tenho namorada só por uma noite. Eu telefono-lhe depois da primeira noite e encontramo-nos outra vez. E depois é duas ou três noites seguidas! (risos)
BRAVO: Quais são as diferenças entre vocês quando estão nus?
Bill: Eu tenho uma marca de nascimento debaixo do meu queixo e o Tom na bochecha. E o Tom tem um nariz mais largo do que o meu. Eu sou mais alto que ele. Eu meço 1,83 m. e o Tom parece um pequeno elfo ao meu lado!
Tom: O Bill é realmente maior do que eu nesse sentido. Mas eu sou maior nos outros sentidos! (gargalhadas)
Bill: Todos os dias tenho de ouvir estas bocas! E é ainda pior quando o Georg se junta a ele! Quando eles se juntam...estão sempre a repetir a mesma coisa!
Tom: Hey, tu acabaste de dizer que estamos sempre a repetir a mesma coisa?! Tudo o que eu digo é verdade! (os dois riem-se ás gargalhadas)
BRAVO: Existe algo que vocês nunca partilharão?
Bill: Uma namorada.
Tom: Exactamente!
BRAVO: Conseguirá uma rapariga separar-vos?
Bill: Uma rapariga é algo que não nós vai conseguir separar. Isso nunca irá acontecerá. Nós sempre conversámos juntos. E se discutimos com alguém, somos sempre uma equipa. Nunca ninguém nos vai conseguir separar.
CRÉDITOS: http://thotel.bloguedemusica.com/4943/Uma-entrevista-com-os-Tokio-Hotel/
Os gémeos mais famosos da Alemanha já têm 17 anos! Os famosos irmãos, Bill e Tom Kaulitz contaram-nos as diferenças entre eles, o que fazem quando estão apaixonados e o porque é que discutem.
BRAVO: Nasceram ao mesmo tempo, o Tom é apenas mais velho 10 minutos. Quais são as diferenças entre vocês?
Tom: Somos completamente diferentes!
Bill: Mas gostamos das mesmas raparigas.
Tom: Sim! E também sabemos o que um e o outro estão a pensar.
Bill: Nós estamos como “ligados”. Uma vez tivémos o mesmo sonho! E mesmo quando não estamos juntos, consigo sentir se aconteceu algo especial ao Tom e ele a mim!
BRAVO: Ao vermos fotos vossas antigas, reparámos que em algumas usavam roupa igual quando eram crianças. Quando é que os vossos estilos se tornaram diferentes?
Bill: Acho que foi quando tinhamos mais ou menos 7 anos. Antes disso vestiamos roupas iguais.
Tom: Depois dos 7 começámos a defenir os nossos próprios estilos e a gostar de roupas diferentes.
BRAVO: Vocês gostam do estilo um do outro?
Tom: Nós respeitamos os gostos um do outro. Mas eu nunca usaria boxers justos como o Bill! Se os meus boxers fossem agarrados ao meu cu, eu sentiria-me muito esquisito!
Bill: E eu acho muito esquisto quando os boxers são largos!
BRAVO: Vocês dizem um ao outro quando não gostam do que o outro está a usar?
Tom: Claro! Eu digo-lhe: “Bill, isso é horrivel!”
Bill: E depois eu respondo-lhe: “É muito melhor que o teu” (risos)
BRAVO: Vocês também ouvem música diferente. Vocês discutem sobre isso?
Tom: Não! Nunca discutimos sobre isso. Quando tinha 7 anos, ouvia música rock como AC/DC & Aerosmith e o Bill gostava de Nena.
Bill: Já tinhamos os nossos próprios quartos e competiamos sempre para ver quem conseguir pôr a música mais alta! Ás vezes, discutiamos sobre televisão! Quando estava a dar um videoclip de hip-hop no VivaI eu mudava de canal, quando o Tom estava distraído! (risos)
BRAVO: Também têm opiniões diferentes sobre romantismo...
Tom: Sim, isso mesmo. Algumas coisas são românticas para mim e não para o Bill. Como por exemplo, eu acho que “Aventuras de 1 noite” são românticas! (risos)
Bill: Como podem ver, o Tom não faz a mínima ideia do que é romântico!
BRAVO: Bill qual foi a coisa mais romântica que fizeste? E Tom qual foi a coisa menos romântica que já fizeste?
Tom: Se vocês pensam que “Aventuras de 1 noite” não são românticas, então eu já fiz um monte de coisas não-românticas!
Bill: Quando eu tinha namorada, eu foi a uma loja e comprei velas e preparei um jantar bem bom em casa. Ligámos as velas e enquanto viamos uns DVD’s, comemos o que eu preparei.
Tom: Velas e jantar - isso não é para mim! Eu preferia que estivéssemos numa cama, é mais confortável lá! (risos)
BRAVO: É óbvio que vocês acreditam no amor verdadeiro...certo?
Bill: Eu realmente acredito nisso. Esse deve ser um sentimento fantástico. Difícil de suportar. Se tu conheceres uma rapariga assim, vais conseguir facilmente envelhecer com ela. Mas, infelizmente, isso não acontece a toda a gente. Existe tantas pessoas no mundo e é tão difícil encontrar a “pessoa certa”.
Tom: Eu não acredito nisso! Mas, se calhar, qualquer coisa vai fazer-me mudar de ideias. Talvez isso aconteça realmente um dia.
BRAVO: Bill porque é que tu não tens “Aventuras de 1 noite”?
Bill: Simplesmente não é para mim. O tempo é algo muito importante para mim. Eu quero passar essa noite com uma rapariga de quem eu goste. Se eu tivesse namorada, por muito tempo. Eu não consigo ser uma pessoa de “Aventuras de 1 noite” ou alguma coisa do género.
Tom: Eu não tenho namorada só por uma noite. Eu telefono-lhe depois da primeira noite e encontramo-nos outra vez. E depois é duas ou três noites seguidas! (risos)
BRAVO: Quais são as diferenças entre vocês quando estão nus?
Bill: Eu tenho uma marca de nascimento debaixo do meu queixo e o Tom na bochecha. E o Tom tem um nariz mais largo do que o meu. Eu sou mais alto que ele. Eu meço 1,83 m. e o Tom parece um pequeno elfo ao meu lado!
Tom: O Bill é realmente maior do que eu nesse sentido. Mas eu sou maior nos outros sentidos! (gargalhadas)
Bill: Todos os dias tenho de ouvir estas bocas! E é ainda pior quando o Georg se junta a ele! Quando eles se juntam...estão sempre a repetir a mesma coisa!
Tom: Hey, tu acabaste de dizer que estamos sempre a repetir a mesma coisa?! Tudo o que eu digo é verdade! (os dois riem-se ás gargalhadas)
BRAVO: Existe algo que vocês nunca partilharão?
Bill: Uma namorada.
Tom: Exactamente!
BRAVO: Conseguirá uma rapariga separar-vos?
Bill: Uma rapariga é algo que não nós vai conseguir separar. Isso nunca irá acontecerá. Nós sempre conversámos juntos. E se discutimos com alguém, somos sempre uma equipa. Nunca ninguém nos vai conseguir separar.
CRÉDITOS: http://thotel.bloguedemusica.com/4943/Uma-entrevista-com-os-Tokio-Hotel/
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Saudades ;/
A palavra que define o que estou sentindo no momento, estou com muita saudade, de tudo... Do blog, da minha antiga escola, fiquei um bom tempo sem dar as caras aqui, mas já estou de volta, eu fiquei sem internet, quero que saibam que eu não abandonei o blog, mas tive que me afastar, porém agora estou de volta, com força total, sempre postando aqui, várias novidades para 2010, histórias, notícias, e tudo de mais importante que acontece e que vocês queiram saber, pois é gente, essa nova temporada de Iconsequentes Dias, será ótima! E peço-lhes que acompanhem sempre meu blog, assuntos de bandas, ex: Tokio Hotel, entre outras... Músicas.. Videos.. Depoimentos.. E matérias mais quentes dos famosos.. Estejam sempre informados com Inconsequentes Dias.. Até mais ..
Beijos ;*
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